<T->
          Geografia 
          Vivncia e Construo 
          3 srie -- Ensino Fundamental 
          
          J. William Vesentini
          Dora Martins
          Marlene Pcora
          
 Impresso braille em 3 
 partes, da edio 2001, da 
 Editora tica Ltda.

          Primeira Parte

          Ministrio da Educao 
          Instituto Benjamin Constant
          Diviso de Imprensa Braille
          Av. Pasteur, 350/368
          Urca -- 22290-240
          Rio de Janeiro -- RJ 
          Brasil
           Tel.: (0xx21) 3478-4400
           Fax: (0xx21) 3478-4444
          E-mail: ~,ibc@ibc.gov.br~, 
          ~,http:www.ibc.gov.br~,
          -- 2003 --

<p>
          Editor: Joo Guizzo
          Coordenador de edio: Beatriz Helena de Assis Pereira 

          ISBN: 85-08-07849-8
          
          Todos os direitos de edio 
          reservados  Editora tica 

          Rua Baro de Iguape, 110 -- CEP 01507-900 
          Caixa Postal 2937 -- CEP 01065-970
          So Paulo -- SP
          Tel: (0xx11) 3346-3000 -- Fax: (0xx11) 3277-4146
          ~,http:www.atica.com.br~,
          ~,editora@atica.com.br~,
<P>
<F->
                               I
<F+>
 Nota Oficial da Comisso
 Brasileira do Braille (CBB) 

  A transcrio desta obra est de acordo com a "Grafia Braille para a Lngua Portuguesa -- Braille Integral", constante da publicao CDU 376.#ceb, editada em tinta e em braille pelo Ministrio da Educao e aprovada pela Portaria Ministerial n.o 2678, de 24 de setembro de 2002, com vigncia a partir de 01 de janeiro de 2003.
  O referido documento foi elaborado pela Comisso Brasileira do Braille e pela Comisso de Braille de Portugal aps prolongados e criteriosos estudos tcnicos.
  No final desta nota voc encontrar uma listagem com smbolos estabelecidos pela "Grafia".
  A maioria deles j  do seu conhecimento, mas existem alteraes e alguns smbolos novos.
<p>
  As alteraes e a adoo de novos smbolos basearam-se principalmente nos seguintes critrios:

<R+>
 1. Ajustar a grafia bsica a novas necessidades da representao braille.
 2. Adequar a escrita braille s modificaes realizadas nas representaes grficas decorrentes do avano cientfico e tecnolgico e do emprego cada vez mais freqente da Informtica.
 3. Evitar a duplicidade de representao de smbolos braille.
 4. Ajustar a grafia bsica, considerando o "Cdigo Matemtico Unificado" (CMU), adotado no Brasil desde 1997.
 5. Garantir a qualidade da transcrio de textos para o Sistema Braille, especialmente dos livros didticos.
<P>
                            III
 6. Favorecer o intercmbio entre pessoas cegas e instituies de diferentes pases de Lngua
  Oficial Portuguesa.
 7. Atender s recomendaes da Unio Mundial de Cegos (UMC) e da UNESCO quanto  unificao das grafias por grupos lingsticos.
<R->

  Em caso de dvida, voc poder consultar a "Grafia Braille para a Lngua Portuguesa", em cujo texto encontrar todos os smbolos adotados, as respectivas normas de aplicao e diversos exemplos ilustrativos.
  A seguir, listagem de smbolos adotados pela "Grafia". O nmero entre parnteses que acompanha um smbolo novo ou alterado indica o pargrafo da "Grafia" em que se estabelece a sua norma de aplicao.
<P>
<R+>
 , vrgula
 ; ponto-e-vrgula
 : dois-pontos
 ' ponto (32); apstrofo 
 ? ponto de interrogao
 ! ponto de exclamao
 ''' reticncias
 - hfen ou trao de unio
 -- travesso
  crculo
 `( `) ou ( ) abre e fecha parnteses (35)
 `[ `] ou [ ] abre e fecha colchetes (35)
 " abre e fecha aspas, vrgulas altas ou comas (36)
 " abre e fecha aspas angulares (36)
 $" abre e fecha outras variantes de aspas 
(aspas simples, por exemplo) (36)
 * asterisco 
 & "e" comercial (39)
 / barra (40)
 | barra vertical (40)
 :> seta para a direita
 <: seta para a esquerda
 <:> seta de duplo sentido
                               V
  Euro (18.1)
 $ cifro
 % por cento
  por mil
  pargrafo(s) jurdico(s)
 + mais
 - menos
  multiplicado por
  dividido por, trao de frao (17)
 = igual a
 ~ trao de frao (17)
 o maior que
  menor que
  grau(s)
  minuto(s)
  segundo(s)
 { sinal de maiscula
 {{ sinal de maiscula em todas as letras da palavra
 :{{ sinal de srie de palavras com todas as letras maisculas
 ~ sinal de minscula latina; sinal especial de translineao de expresses matemticas 
(22.1)
 $ sinal restituidor do significado original de um smbolo 
 braille (42)
 # sinal de nmero
  sinal de expoente ou ndice superior
  sinal de ndice inferior
 * sinal de itlico, negrito ou sublinhado (30)
 ~: sinal de transpaginao (55)
 @ arroba (apndice 1`
 ~, sinal delimitador de contexto informtico (apndice 1`
<R->  

<p>
                             VII
          Dados Internacionais 
          de Catalogao na Publicao (CIP)
          (Cmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)
<F->

 Vesentini, Jos William, 1950-
  Geografia : livro do professor / Jos William 
 Vesentini, Dora Martins Dias e Silva, Marlene Pcora. -- So Paulo : tica, 2001. -- (Vivncia & Construo)

  Obra em 4 v. para alunos de 1 a 4 sries.
  1 impresso da 1 ed.
<p>
  1. Geografia (Ensino fundamental) I. Silva, Dora Martins Dias e. II. Pcora, Marlene. III. Ttulo. IV. srie.
  
 01-1249       CDD 372.8910202
<F+>

          ndice para catlogo sistemtico:
          1. Geografia : Manual do 
          professor : Ensino 
          Fundamental 372.8910202
<F+>
<p>
                             IX
Seu Livro em Braille

  Este  o livro utilizado em sua classe, produzido em braille para voc. Ele contm as mesmas informaes que esto no livro do seu colega, porm, enquanto o livro comum apresenta ilustraes, cores e tamanhos variados de letras (grandes, pequenas, arredondadas, retas, inclinadas, ligadas umas s outras, separadas), o seu livro em braille apresenta descries substituindo ilustraes e, em 
muitos casos, figuras so explicadas, procurando fazer voc compreender o que elas representam.
     
Dicas para estudar no seu livro
  em braille   

  1 -- As pginas mpares deste livro apresentam duas numeraes na primeira linha: a que fica  direita  a do prprio livro em braille e a que est  esquerda  a do livro comum. Por esta, voc pode se localizar, de acordo com a 
orientao do professor, ou quando estiver estudando com outros colegas.

  2 -- Em alguns momentos, voc precisar contar com a colaborao de algum; por isto, foi colocada a frase "pea orientao ao professor" para sugerir que voc solicite informaes ou esclarecimentos a seu professor.

  3 -- Sempre que voc encontrar nos textos alguma informao visual e tiver dvida, pergunte a seu professor ou a outra pessoa capaz de esclarec-lo.

  4 -- Quando voc encontrar o sinal _ e, depois dele, uma frase terminada pelo sinal _ saiba que se trata de uma explicao especial chamada "nota de transcrio", empregada nos livros em braille.
<p>
                              XI
  5 -- Leia com ateno a Nota Oficial da Comisso Brasileira do Braille, na pgina I. Ela informar voc sobre algumas alteraes dos sinais braille, em vigncia a partir de janeiro de 2003, facilitando, assim, a leitura dos textos.

  Tire o melhor proveito deste livro e procure conserv-lo. Ele  uma fonte permanente de consulta.
<p>
<TGeo. V. e C. 4>
<3>
<T+1>
Apresentao

 Minha vida  andar por esse pas
 Pra ver se um dia descanso feliz
 Guardando as recordaes
 Das terras onde passei
 Andando pelos sertes
 E dos amigos que l deixei
 Chuva e sol
 Poeira e carvo
 Longe de casa sigo o roteiro
 Mais uma estao
 E alegria no corao
 (...)

*A vida do viajante*. Luiz Gonzaga e Herv Cordovil

 Andar pelo pas e conhecer as terras que dele fazem parte. Fazer amigos e guardar recordaes... Neste livro voc vai viajar pela sua terra. No para descansar, mas para despertar o viajante que h em voc. Para conhecer e investigar um pouco de tudo que faz parte do Brasil: quem somos, o que fazemos e construmos. Pessoas, trabalho, cidade, campo...
 Tudo isso est nas pginas deste livro, escrito para acompanhar voc nessa jornada de muitas descobertas.

Boa viagem!

  Os autores

<4>
<p>
<R+>
O que  mesmo estudar Geografia?
<R->

  Modos de vida, comunidades indgenas, paisagens, representaes... Em Geografia, voc estuda isso e muito mais!
  Que tal recordar um pouco do que voc aprendeu?

<R+>
 1. Use uma folha de papel sulfite ou uma folha do caderno para mostrar o que voc j sabe de Geografia. Pode escrever, desenhar, fazer colagens ou usar smbolos.
 2. Em outra folha, desenhe, escreva ou faa colagens para representar o que voc acha que vai aprender este ano.
 3. Forme uma roda de conversa. Quando chegar sua vez, diga seu nome, sua idade e mostre os trabalhos que voc fez.
 4. Troque idias com seus novos colegas sobre o que a classe espera aprender este ano. Escreva seu nome e a data nos trabalhos.
 5. Depois, ajude a professora a organizar os trabalhos no mural da classe. Esse ser o cantinho especial da turma para colocar os trabalhos que sero feitos ao longo do ano.
 6. Guarde os trabalhos, pois eles sero usados no final do ano.
<R->

<5>
<p>
<R+>
Sumrio Geral

Primeira Parte

Captulo 1. Conhecendo o 
  municpio ::::::::::::::::: 11
 A paisagem do lugar onde 
  voc vive ::::::::::::::::: 11
 Paisagens :::::::::::::::::: 14
 Palavras e cores ::::::::::: 17
 Quadras malucas :::::::::::: 21
 O olhar do artista ::::::::: 23
 A cidade e o campo ::::::::: 27
 A cidade dos bichos :::::::: 29
 Por esse Brasil 
  afora... :::::::::::::::::: 32
 O municpio de Feliz :::::: 37
 Localizando Feliz ::::::::: 39
 O mapa do muncipio de 
  Feliz :::::::::::::::::::: 44
 Conhecendo melhor seu 
  municpio ::::::::::::::::: 45
 Notcias do Brasil - 
  Municpio nmero 1 :::::: 50

Captulo 2. Explorando 
  caminhos :::::::::::::::::: 54
 Relgio de sol ::::::::::::: 54
 A contagem do tempo :::::::: 57
 Calendrios :::::::::::::::: 62
 Criando um calendrio :::::: 65
 Em busca do Sol 
  nascente :::::::::::::::::: 67
 Direes ::::::::::::::::::: 71
 Vamos praticar? :::::::::::: 73
 No perca o rumo! :::::::::: 77
 Orientando a conversa :::::: 81
 Buscando o caminho ::::::::: 85
 Notcias do Brasil - 
  Viajantes modernos ::::::: 87

Glossrio :::::::::::::::::: 93

Segunda Parte

Captulo 3. Descobrindo 
  a cidade :::::::::::::::::: 111
 Personagens de Feliz :::::: 112
 A planta de Feliz ::::::::: 114
 Conhecendo melhor a 
  cidade :::::::::::::::::::: 120
 A ficha da cidade :::::::::: 128
 Identificando os problemas 
  da cidade ::::::::::::::::: 131
 Buscando solues :::::::::: 135
 Organizando uma feira 
  cultural :::::::::::::::::: 137
 Cidades de outros tempos ::: 141
 Como surgiram as cidades ::: 145
 Circulando pela cidade ::::: 150
 Notcias do Brasil - 
  Bichos urbanos ::::::::::: 152

 Captulo 4. Investigando 
  o campo ::::::::::::::::::: 159
 A paisagem rural ::::::::::: 159
 O trabalho no campo :::::::: 161
 As paisagens rurais no 
  Brasil ::::::::::::::::::: 165
 Uma paisagem rural do 
  passado ::::::::::::::::::: 170
 Diferentes atividades, 
  diferentes paisagens :::::: 175
 Passa boi, passa boiada :::: 182
 O campo e a cidade se 
  relacionam :::::::::::::::: 184
 O espao rural do 
  municpio ::::::::::::::::: 188
 Brincando de reprter :::::: 190
 Festas do campo :::::::::::: 193
<p>
 Notcias do Brasil - 
  Novas idias para o 
  campo ::::::::::::::::::::: 196

Glossrio :::::::::::::::::: 201

Terceira Parte

<6>
 Captulo 5. Atividades 
  econmicas :::::::::::::::: 219
 Produtos do dia-a-dia :::::: 219
 Xeretando a prateleira ::::: 222
 Cozinhando ::::::::::::::::: 231
 A transformao de 
  produtos :::::::::::::::::: 233
 Brincando de comrcio :::::: 237
 Dinheiro para comprar e 
  para vender ::::::::::::::: 243
 Prestando servios  
  comunidade :::::::::::::::: 245
 Grfico de profisses e 
  atividades econmicas ::::: 246
 Os trs setores da 
  economia :::::::::::::::::: 248
 Investigando um produto 
  industrializado ::::::::::: 251
 Atividades econmicas do 
  municpio ::::::::::::::::: 254
 Jogo dos contrrios :::::::: 258
 Notcias do Brasil - Coco 
  para bancos de veculos ::: 259

 Captulo 6. O municpio 
  conectado ::::::::::::::::: 262
 Al! ::::::::::::::::::::::: 262
 Do outro lado da linha ::::: 264
 O mundo da comunicao ::::: 266
 Sintonizando ::::::::::::::: 270
 Brincando de mmica :::::::: 274
 Ligado na rede ::::::::::::: 277
 Investigando os meios de 
  comunicao do 
  municpio ::::::::::::::::: 283
 Ir e vir ::::::::::::::::::: 287
 Em movimento ::::::::::::::: 289
 Helicptero de caixinha :::: 293
 Revolucionando o mundo ::::: 294
 Meios de transporte ao 
  longo do tempo :::::::::::: 298
 Seu municpio conectado :::: 305
<p>
 Notcias do Brasil - 
  Comunicaes e transportes 
  do futuro ::::::::::::::::: 309

 Glossrio :::::::::::::::::: 317
 Sugestes de leitura ::::::: 334
 Bibliografia ::::::::::::::: 345
<R->

<7>
<TGeo. V. e C. 3>
<T+11>
<R+>
Captulo 1 -- Conhecendo o 
  municpio
<R->

  As pessoas vivem em lugares diferentes. Algumas vivem no campo, outras, na cidade. H cidades grandes e pequenas, vilas e vilarejos.
  No campo e na cidade, as pessoas tm atividades diferentes. Ao desenvolver suas atividades, os grupos humanos transformam a natureza e organizam os espaos de diferentes maneiras.
  Neste captulo voc vai aprender o que  um municpio e como seus espaos esto organizados.

               ::::::::::::::::::::::::

<8>
<R+>
A paisagem do lugar onde voc 
  vive
<R->

  Cada pessoa tem seu jeito de representar o lugar onde vive. Que tal mostrar o seu? Siga as orientaes.

<R+>
 1. Em uma folha de papel sulfite, desenhe a paisagem do lugar onde voc vive. No se esquea de incluir as construes e a *vegetao*. Represente em seu desenho o maior nmero de elementos de que voc se recordar.
 2. Agora imagine que voc precisa descrever essa paisagem para algum que nunca esteve l. Em outra folha, escreva um texto contando como  a paisagem do lugar, como so as moradias, como  a vida das pessoas, o que elas fazem, como  a vegetao, etc.
 3. Forme uma roda de conversa. Na sua vez de falar, leia seu texto e mostre seu desenho.

 4. Troque idias com os colegas a respeito dos textos e desenhos da classe. Procure discutir:
 a) Os textos e desenhos de seus colegas so parecidos ou diferentes? Por qu?
 b) Todos moram no mesmo lugar? Quais so as semelhanas e as diferenas entre o lugar onde voc vive e onde vivem seus colegas?
 
 5. Ajude a professora a organizar os trabalhos no mural da classe.
<R->

  -- Procure no *Glossrio* as palavras destacadas.

DESAFIO

  Observe atentamente a sala de aula. Escolha um dos objetos que h nela e o descreva. Por exemplo: o cesto de lixo, sua carteira, a mesa da professora. Mas ateno: no seu texto no pode aparecer o nome do objeto que voc descreveu! Leia seu texto aos colegas e  professora e veja se eles conseguem descobrir que objeto  esse.

               ::::::::::::::::::::::::

<9>
Paisagens

<R+>
 1. Observe estas imagens.

Foto 1 
 _`[{uma casa no campo, em Minas Gerais_`]

Foto 2 
 _`[{uma cidade  beira-mar, em 
  Alagoas_`]

<10>
Foto 3 
 _`[{extenso campo cultivado, no Paran_`]

Foto 4 
 _`[{duas casas de sap numa imensa plancie, em Roraima_`]

<11>
Foto 5 
 _`[{um vilarejo com algumas casas modestas, na Bahia_`]

Foto 6 
 _`[{grande concentrao de edifcios modernos, em So Paulo_`]

 2. Converse com seus colegas e a professora:
 o AS imagens mostram as mesmas paisagens?
 o Quais desses lugares voc conhece?
 o Quais gostaria de conhecer? Por qu?
 o Qual das paisagens  mais parecida com a do lugar onde voc vive? Por qu?
 o Afinal, o que  mesmo paisagem?  

<12>
 3. Escreva em seu caderno quais so as principais diferenas
entre as paisagens das fotos indicadas.
 a) Fotos 1 e 2 
 b) Fotos 1 e 5 
 c) Fotos 1 e 6 
 d) Fotos 2 e 5
 e) Fotos 2 e 6
 f) Fotos 5 e 6 
 g) Fotos 3 e 6
 h) Fotos 1 e 4
 i) Fotos 4 e 6 

 4. Leia para a classe o que voc escreveu. Preste ateno no que seus colegas vo dizer. A classe observou as mesmas diferenas nas paisagens? Converse com seus colegas.

 5. Agora, que tal inventar uma histria? Siga as dicas e mos
 obra!
 a) Escolha uma das imagens da atividade 14.
 b) Imagine que voc vai fazer uma viagem para esse lugar. Anote no caderno:
  Como voc faria para chegar a esse lugar?
  O que voc levaria em sua viagem?
  Voc viajaria sozinho ou chamaria um parceiro para essa aventura?
  O que mais poderia fazer parte dessa paisagem?
  Voc moraria nesse lugar? Por qu?
 c) Invente personagens para sua histria. Se quiser, crie uma histria em quadrinhos. Faa desenhos ou colagens para ilustrar sua histria.

 6. Mostre o que voc fez aos colegas. O que voc achou das histrias da classe? Conte aos colegas e  professora.
 7. Ajude a professora a organizar um varal com os trabalhos da turma.
<R->

DESAFIO

  Imagine que voc est sobrevoando o lugar onde se passa sua histria. Como voc o v do alto? Desenhe a paisagem que observa. No se esquea: use a viso vertical!

               ::::::::::::::::::::::::

<13>
Palavras e cores

<R+>
 1. Com a professora e os colegas, leia estes versos. 
 
 1) Atrs do prdio nublado 
 um sol amarelo
 pula corda animado

Brincadeira. *Poemas sapecas, rimas traquinas*, Almir Correia, Formato.

 2) L toda a vida poder morar!
 Cidadezinha... To pequenina
 Que toda cabe num s olhar...

Cidadezinha cheia de graa. *Poesias*, Mrio Quintana, Globo.

 3) Uma tarde cor-de-rosa...
 Uma vila assim modesta,
 Assim tristonha como esta...
 De pescadores, tambm...

Ave-Maria. *Poesia brasileira para a infncia*, Vicente de Carvalho, Saraiva.
<p>
 4)  impossvel dizer 
 em quantas velocidades diferentes
 se move uma cidade
 a cada instante

Poema sujo. *Toda poesia*, Ferreira Gullar, Crculo do Livro.

 5) Eu quero uma casa no campo
 Do tamanho ideal, pau-a-pique e sap
 Onde eu possa plantar meus amigos
 Meus discos e livros e nada mais 

*Casa no campo*, Z Rodrix e Tavito, 1972.

<14>
 2. Troque idias com os colegas e a professora.
  Por que ser que o prdio  nublado? Onde voc acha que ele
fica?
  O que significa dizer que uma cidade toda cabe num s olhar? A sua cidade cabe?
<p>
  Voc j viu uma tarde cor-de-rosa? Onde foi?
  Como ser uma vila tristonha?
  O que se move em uma cidade a cada instante?
  Onde a pessoa do texto 5 deseja morar? Onde voc acha que
ela mora? Por qu?

 3. Anote em seu caderno:
 a) Qual dos textos lembra o lugar onde voc vive? Por qu?
 b) Voc acha que algum dos textos faz referncia a uma cidade
com grandes construes e muito movimentada? Qual deles
e por qu?
 c) Como voc acha que deve ser a paisagem do lugar descrito no
texto 3?
 d) Voc acha que os textos 4 e 5 sugerem paisagens diferentes
ou semelhantes? Por qu?
 e) O texto 3 faz referncia a uma vila de pescadores. Voc acharia
estranho se um pescador fosse citado no texto 1? Por qu?
<p>
 f) Qual das paisagens sugeridas mais o agrada? Por qu?
<R->

DESAFIO

  As casas de pau-a-pique ou de taipa so construes feitas de barro e varas cruzadas. Sap ou sap  o nome que recebe um tipo de capim muito usado para fazer a cobertura dessas casas.
  Converse com seus colegas: em que paisagem esse tipo de construo  mais comum? Voc acha que o sap poderia ser usado na construo de uma casa no lugar onde voc mora? Por qu?

               ::::::::::::::::::::::::

<15>
Quadras malucas

  Agora  a sua vez de ser poeta! Voc vai fazer uma atividade bem descontrada para criar um poema sobre paisagem. Vamos l?

<R+>
 1. Siga as dicas:
  Feche os olhos e pense na paisagem do lugar onde voc vive.
  Depois, pense em uma palavra relacionada a essa paisagem. Escreva-a no caderno.
  Fale a palavra que voc escolheu.
  Junte sua palavra com a do vizinho e escreva no caderno uma em
seguida da outra, na ordem que quiser.
  Leia seu par de palavras.
  Observe as quadras que a professora anotou no quadro-de-giz.
  Qual foi a quadra mais maluca? De qual voc mais gostou? Copie-a no 
caderno.
  Forme uma dupla com um colega. Releiam as quadras que cada um 
copiou. Vocs vo criar juntos um poema. Ele ter quantas linhas vocs 
quiserem.
  Procurem usar todas as palavras das quadras. Se for 
<p>
  necessrio, acrescentem e repitam palavras.

Atividade adaptada de *Trabalhando com poesia*, Alda Beraldo, volume 1, tica, 2001.

 2. Depois de pronto o poema, tentem ilustr-lo. Conseguiram? Agora que tal ler para a classe e mostrar o desenho?
Em seguida, coloquem o poema-paisagem no mural da classe.
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

<16>
O olhar do artista

  Voc leu trechos de poemas sobre lugares. Para descrever um lugar, o poeta usa uma linguagem diferente daquela que usa um gegrafo. E o pintor, que linguagem usa?
<p>
<R+>
 1. Observe a reproduo dos quadros:
 Quadro 1  *Na roa*, de Beneamino Parlagreco.
 _`[{o quadro mostra uma cena no campo onde aparece: uma casa de sap, uma carroa, alguns bois e vacas_`]
 Quadro 2  *Paisagem de So Paulo*, de Agostinho Batista de Freitas.
 _`[{o quadro mostra uma grande concentrao de edifcios_`]
 Quadro 3  *Praia de Itanham*, de Emdio de Souza.
 _`[{o quadro retrata uma paisagem litornea onde aparece: um casebre, um casal, alguns animais_`]

<17>
 2. Troque idias com seus colegas:
  De que quadro voc mais gosta?
  Como deve ser a vida dos moradores de cada um dos lugares retratados?
<p>
 3. Leia silenciosamente as palavras listadas abaixo. Que sentimentos cada uma delas desperta em voc?
 calma    _ silncio
 descanso _ trabalho
 rural    _ urbano
 saudade  _ velocidade

 4. ngela associou cada palavra a uma cor. Veja:
 calma (verde)
 descanso (castanho)
 rural (azul)
 saudade (lils)
 silncio (roxo)
 trabalho (amarelo)
 urbano (vermelho)
 velocidade (rosa)

 5. Depois, ela montou uma tabela e relacionou as cores a cada um dos quadros da pgina anterior. Veja como ficou uma parte da
<p>
tabela de ngela:

 quadro 1  quadro 2   quadro 3
 :::::::::: ::::::::::: :::::::::::
 verde :::: rosa :::::: roxo
 azul ::::: vermelho :: verde
 castanho : amarelo ::: lils

 6. Agora  a sua vez!
  Escolha uma cor para cada palavra da lista acima (atividade 3).
  O que cada quadro da pgina anterior faz voc sentir? Relacione as cores a
cada quadro.
  Monte uma tabela igual  de ngela, mas deixe oito linhas em cada 
coluna.
  Pinte sua tabela de acordo com as cores que voc escolheu.

 7. Ser que todos coloriram a tabela do mesmo jeito? Mostre aos colegas as cores que voc usou.

 8. Vamos usar o dicionrio. Forme uma dupla com um colega.
 a) Procure no dicionrio as palavras *rural* e *urbano*. Escreva o significado 
delas no caderno.
 b) Que poemas da pgina 18 e quadros da pgina 24 apresentam uma 
paisagem urbana? E uma paisagem rural?	
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

<18>
A cidade e o campo

  A cidade corresponde ao espao urbano, e o campo, ao espao rural. O espao rural e o urbano formam o municpio. Agora voc vai trabalhar com fotografias para conhecer as diferenas de ocupao entre o espao rural e o espao urbano. Vamos l?

<R+>
 1. Recorte de jornais e revistas uma paisagem urbana e uma paisagem rural.
 2. Cole-as no caderno ou em folhas de papel sulfite e identifique-as.
 
 3. Compare atentamente as imagens que voc selecionou.
Anote no caderno:
  Quais so as diferenas entre elas?
  Quais so as semelhanas?

<F->
==================================
  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>

 4. Veja como Marcos preencheu o quadro:
 o O que existe na cidade:
  prdios  carros
 o O que existe no campo:
  casas -- trator
 
 5. No caderno, faa um quadro como o de Marcos. Depois, preencha-o com o que voc observa nas paisagens que selecionou.
 6. Mostre suas colagens e seu quadro aos colegas e  professora. O que a classe acha que existe no campo? E na cidade?
<R->
<p>
Conte o que voc sabe...

  Voc conhece uma cidade bem movimentada, com muita gente, prdios altos e avenidas largas? Conhece um lugar no campo, sem barulho de carros nem semforos nas ruas? Conte sua experincia aos colegas. Explique se conhece os lugares "ao vivo", por fotos ou pela televiso. Aproveite e converse sobre a *capital* de seu estado.
  Como ela ? Voc vive nela? Se no vive na capital, como voc a conhece?

               ::::::::::::::::::::::::

<19>
A cidade dos bichos

  No mundo da fantasia, os bichos podem dizer como  a cidade em que eles gostariam de viver. Chico Buarque, um importante compositor brasileiro, fez uma verso bem divertida de uma cano que fala sobre isso.

<R+>
 1. Leia os trechos da cano com os colegas e a professora. Se algum souber a melodia, pode cantar para a turma.
<R->

A cidade ideal

          Cachorro

<R+>
 A cidade ideal dum cachorro
 Tem um poste por metro quadrado
 No tem carro, no corro, no morro
 E tambm nunca fico apertado
<R->

          Galinha

<R+>
 A cidade ideal da galinha
 Tem as ruas cheias de minhoca
 A barriga fica to quentinha
<p>
 Que transforma o milho em pipoca
<R->

 (...)

<R+>
*Enriquez e Bardotti*  verso de Chico Buarque, 1977, para o musical infantil
*Os saltimbancos*.

Fonte: ~,http:www.uol.com.br~
  chicobuarque~,

 2. Troque idias com os colegas e a professora.
  O que voc achou da cidade ideal do cachorro? E a da galinha?
  Para voc, h uma cidade ideal?

 3. Forme uma dupla com um colega. Escrevam no caderno como seria a cidade ideal de outros bichos. Leiam seu texto aos
colegas e  professora.
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

<20>
Por esse Brasil afora...

  Provavelmente todos da classe moram no mesmo municpio. Talvez alguns morem no campo. J outros talvez morem na cidade. Na pgina 12 voc viu que as descries e os desenhos das paisagens no foram iguais. Cada um tem um jeito de representar o espao onde vive. E os lugares so diferentes!
  Agora, imagine que crianas de todo o Brasil usem este livro de Geografia. Ento, todas desenharam a paisagem do lugar onde vivem. E se colocssemos todos esses desenhos no ptio de sua escola, um ao lado do outro? Quantas paisagens diferentes voc veria por esse Brasil afora!
  Seu municpio faz parte de um estado. Seu estado faz parte de um pas, o Brasil. Mas h outros estados. Vamos estud-los?
<p>
<R+>
 1. Observe este mapa do Brasil:

Brasil: diviso poltica

_`[{mapa destacando o Distrito Federal e os 26 estados brasileiros com suas respectivas capitais. Relao a seguir_`]
 Acre  Rio Branco
 Alagoas  Macei
 Amap  Macap
 Amazonas  Manaus
 Bahia  Salvador
 Cear  Fortaleza
 Esprito Santo  Vitria
 Gois  Goinia
 Maranho  So Lus
 Mato Grosso  Cuiab
 Mato Grosso do Sul  Campo Grande
 Minas Gerais  Belo Horizonte
 Par  Belm
 Paraba  Joo Pessoa
 Paran  Curitiba
 Pernambuco  Recife
 Piau  Teresina
 Rio de Janeiro  Rio de 
  Janeiro
 Rio Grande do Norte -- Natal
 Rio Grande do Sul  Porto 
  Alegre
 Rondnia  Porto Velho
 Roraima  Boa Vista
 Santa Catarina  Florianpolis
 So Paulo  So Paulo
 Sergipe  Aracaju
 Tocantins  Palmas

<21>
 2. Preste ateno neste cone:

 _`[{o desenho mostra mo aberta sobre pequeno mapa do Brasil. Este cone ser representado, nesta edio em braille, pelos smbolos q_`]
<R->

  A partir de agora, toda vez que ele aparecer significa que voc vai trabalhar com um mapa. No final do ano, voc ter material suficiente para montar seu prprio atlas.
  Separe uma pasta com folhas de papel transparente (papel vegetal ou papel-manteiga) e folhas de papel sulfite. Escreva na pasta: *Minha coleo de mapas*. Se quiser, faa uma capa bem bonita. Agora, que tal estrear a coleo com o mapa do Brasil?
<R+>
 a) Copie o mapa do Brasil da pgina 33. Use uma folha de 
papel transparente. 
Se no tiver um papel desse tipo, no h problema. Procure um lugar bem 
iluminado e copie o mapa em uma folha de papel sulfite.  nesse mapa que 
voc vai realizar as prximas atividades.
  Localize seu estado no mapa. Pinte-o de laranja.
  Circule de marrom a capital de seu estado.
  Pinte de verde os estados vizinhos ao seu.
  Escreva no seu mapa a sigla de seu estado. Se precisar, pergunte a algum de casa ou  professora.
  Complete a legenda no mapa que voc fez, indicando as cores usadas.
  No se esquea de escrever o ttulo do mapa.
 b) Se voc fez o mapa no papel vegetal ou no papel-manteiga, cole-o ou 
prenda-o em uma folha de papel sulfite.

 3. Mostre seu mapa aos colegas. Conte a eles o que voc achou da atividade de trabalhar com mapas. Depois, guarde seu trabalho na pasta. Esse  o primeiro mapa da sua coleo.
<R->

Conte o que voc sabe...

  As pessoas fazem todo tipo de colees: tampinhas de garrafa, bons, bolinhas de gude, livros antigos, bonecas, roupas de artistas, sapatos, brincos, perucas, cartes telefnicos, selos, papel de carta... E voc, coleciona alguma coisa ou conhece algum
colecionador? Conte aos colegas.

               ::::::::::::::::::::::::

<22>
O municpio de Feliz

  Voc viu que o territrio brasileiro est dividido em estados. Cada estado possui uma capital e vrios municpios. Agora, voc vai estudar mais um pouco os espaos que compem o municpio.

<R+>
 1. A foto area seguinte  do municpio de Feliz, no Rio Grande do Sul. Observe-a com ateno.

 _`[{a foto mostra uma cidade com construes baixas, extensa rea verde, uma estrada pavimentada, algumas estradas de terra, poucas indstrias, rios, plantaes, pontes, pastos_`]

 2. Escreva no caderno os elementos da lista abaixo que voc consegue identificar na foto.
 reas verdes        _ lagoa 
 campo de futebol    _ pasto
 construes         _ plantao
 estrada pavimentada _ ponte
 estrada de terra    _ rio
 indstria           _ viaduto

<23>
 3. Localize o espao rural na imagem. Depois, localize o espao urbano. Explique aos colegas por que voc escolheu esses pontos da imagem.

 4. Converse com a professora e os colegas a respeito da foto do municpio de Feliz. Procure discutir sobre:
  os diferentes espaos que compem o municpio;
  a paisagem;
  como a paisagem foi modificada pelo trabalho humano;
  as vias de circulao (estrada de terra, estrada pavimentada, rio, etc.).

 5. O municpio de Feliz  parecido com o lugar onde voc vive? Por qu? Escreva sua opinio no caderno. Depois, leia aos colegas e  professora.
<p>
 6. q Agora voc vai trabalhar com a foto area de Feliz. Siga as dicas.
 a) Coloque uma folha de papel transparente sobre a foto da pgina 37.
 b) Desenhe os seguintes elementos:
  o rio
  uma plantao
  construes
  estrada de terra
  estrada pavimentada
  rea verde
 c) Mostre seu trabalho aos colegas e  professora e veja o que eles fizeram. Guarde seu trabalho na pasta.		23
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

<24>
Localizando Feliz

  Voc j sabe que cada estado  composto por vrios municpios.
Agora, voc vai aprofundar seus conhecimentos sobre o que 
municpio. Vamos l?

<R+>
 1. Observe o mapa.

Brasil: diviso poltica

_`[{mapa destacando o Distrito Federal e os 26 estados brasileiros com suas respectivas capitais_`]

 a) Localize no mapa o estado onde voc vive.
 b) Anote no caderno o nome da capital de seu estado.
 c) Localize os estados vizinhos ao seu. Escreva o nome deles no caderno.
 d) Localize o estado do Rio Grande do Sul.
 e) Compare a localizao do estado do Rio Grande do Sul com a de seu estado. Qual fica mais prximo ao litoral?

 2. Confira suas respostas com os colegas e a professora.

<25>
 3. Agora observe o mapa do Rio Grande do Sul.

 _`[{contedo do mapa,  a seguir_`]
 Capital do estado: Porto Alegre
 Cidades principais: Pelotas, Rio Grande, Bag, Alegrete, 
 Santana do Livramento (na fronteira com o Uruguai), 
 Uruguaiana (na fronteira com a Argentina), Santa Maria, 
Cachoeira do Sul, Canoas, So Leopoldo, Novo Hamburgo, Bento Gonalves, 
Caxias do Sul, Cruz Alta, Santo ngelo, Passo Fundo, 
 Erechim e Vacaria (prximas  divisa com o estado de Santa Catarina).
 Oceano que banha o estado: Atlntico

 a) Com o dedo, acompanhe as *fronteiras* e as *divisas* do estado.
 b) Localize no mapa o estado do Brasil que faz divisa com o Rio Grande do 
Sul. Anote o nome dele no caderno.
 c) Quais so os pases que fazem fronteira com o estado do Rio Grande do Sul? 
Escreva no caderno.
 d) Que oceano banha o estado?
 e) Localize a capital do estado. Escreva seu nome no caderno.
<R->

Voc sabia?...

  O Rio Grande do Sul possui vrias lagoas. Muitas delas na verdade so lagos, por causa de seu tamanho. A laguna dos Patos recebe o nome de laguna porque possui uma comunicao com o oceano.

<26>
  Da mesma forma que o Brasil est dividido em estados, cada um dos estados tambm est dividido em unidades chamadas municpios. Os municpios so administrados pelo *prefeito*. 
  Observe a ampliao de um trecho do mapa do Rio Grande do Sul _`[{no transcrito_`]. Nesse trecho voc pode ver o municpio de Feliz e outros municpios do estado.

DESAFIO

  Permetro de uma rea ou de uma figura  a linha que marca seu limite, seu contorno. 
  Observe a figura. 

<R+>
_`[{um quadrado, onde cada  formado por dois palitos_`]
<R->

  Em geometria, o permetro desse quadrado  igual a 8 palitos, que  o nmero de palitos que forma o contorno do quadrado.
  Ser que voc consegue descobrir o que  o permetro urbano?

               ::::::::::::::::::::::::

<27>
<p>
O mapa do municpio de Feliz

  A cidade  a sede do municpio.  o lugar onde fica a prefeitura.

<R+>
 1. Observe o mapa do municpio de Feliz.

_`[{o mapa mostra as principais localidades do municpio, o rio Ca, o permetro urbano e os limites do municpio_`]

Fonte: Prefeitura Municipal de Feliz

 2. q Que tal trabalhar com mais um mapa? Mas lembre-se: as atividades no podem ser feitas no livro. Copie o mapa acima no papel que voc tiver (papel
vegetal, papel-manteiga ou papel sulfite). Uma dica: no se esquea de sempre escrever os ttulos nos seus mapas! Depois:
 a) Com uma caneta preta, reforce os sinais que formam os limites do municpio 
de Feliz.
 b) O permetro urbano marca o limite entre o espao rural e o espao urbano do 
municpio. Reforce esse limite.
 c) Pinte de amarelo a rea interna do permetro urbano, onde est a cidade de 
Feliz.
 d) Pinte de verde a rea externa do permetro urbano. Este  o espao rural.
 e) Reforce com lpis azul o rio Ca.
 f) Complete a legenda de seu mapa com as cores que voc usou.

 3. O que voc achou da atividade? Conte aos colegas e  professora.
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

<28>
Conhecendo melhor seu municpio

  Voc conheceu um pouco do municpio de Feliz. Agora, com seus colegas, voc vai fazer uma pesquisa para conhecer melhor o seu municpio.

<R+>
 1. Veja abaixo a lista de temas. Com seu grupo, escolha um dos temas para pesquisar. 
  Paisagem e recursos naturais
  Atividades econmicas
  Meios de transporte e vias de circulao

 2. Encontrem o quadro que tem o mesmo tema escolhido pelo grupo. Leiam o roteiro para saber como fazer a pesquisa.
<R->

 :::::::::::::::::::::::::::::::::
 Paisagem e recursos naturais
  Como  o *relevo*?  montanhoso ou  plano? H rios e *vales*? Qual a importncia deles para a populao?
  Como  a vegetao? H reas preservadas? Existem parques? E matas?
  Quais os principais *recursos naturais*? Como so explorados?
 :::::::::::::::::::::::::::::::::
<p>

 ::::::::::::::::::::::::::::::::: 
 Atividades econmicas
  Quais as principais *atividades econmicas* desenvolvidas no espao rural do municpio?
  Quais as principais atividades econmicas desenvolvidas no espao urbano?
  Existem fbricas ou indstrias? Quais?
  Quais as principais atividades agrcolas?
  Que produtos so fabricados no municpio?
 :::::::::::::::::::::::::::::::::

 :::::::::::::::::::::::::::::::::
 Meios de transporte e vias de 
  circulao
  Quais os meios de transporte disponveis no municpio?
  Quais as vias de circulao que interligam o municpio com outros lugares? (rodovias, ferrovias, aerovias, hidrovias)
 ::::::::::::::::::::::::::::::::

<29>
<R+>
 3. Usem vrias fontes de consulta: jornais da cidade, almanaques, Internet, revistas, etc. Procurem usar material atualizade.
 4. Se o grupo quiser, pode acrescentar outras perguntas ao roteiro do tema escolhido.
 5. Recortem imagens para ilustrar o tema pesquisado. Colem em uma cartolina ou em uma folha grande de papel para expor depois na classe.
 6. A professora vai marcar um dia para a apresentao dos grupos. No dia combinado, cada grupo ter em torno de 10 minutos para expor o trabalho. Portanto, voc e seus colegas precisam estar afiados!
 7. Preste ateno nos resultados obtidos pelos outros grupos. H alguma informao que complementa o trabalho de seu grupo? Anote-a no caderno.
 8. Depois que todos os grupos se apresentarem, converse com os colegas sobre as informaes que mais chamaram sua ateno. A professora vai registrar algumas delas no quadro-de-giz.

 9. Agora, para fechar, a classe vai elaborar um texto coletivo sobre o municpio.
 a) Observem as palavras do quadro abaixo. Elas servem para orientar a produo do texto.

<F->
!:::::::::::::::::::::::::
l  municpio              _
l  sede do municpio      _
l  permetro urbano       _
l  espao rural           _
l  espao urbano          _
l  meios de transporte    _
l  atividades econmicas  _
h:::::::::::::::::::::::::j
<F+>

 b) A professora vai fazer um rascunho no quadro-de-giz. Contribuam dizendo o que vocs aprenderam.
 c) Passem o texto final para o caderno. Dica: no se esqueam do ttulo!
<R->

<30>
  Esta  uma seo especial de seu livro. Nela voc vai encontrar variadas informaes, como: qualidade de vida, animais que vivem nas cidades, inovaes no campo e meios de comunicao e transporte no futuro.
  O objetivo dela  ajud-lo a refletir sobre as relaes entre a sociedade e a natureza no Brasil e no mundo.

               ::::::::::::::::::::::::

          Notcias do Brasil

Municpio nmero 1

  Feliz, no Rio Grande do Sul,  o municpio brasileiro com melhor qualidade de vida, segundo a ONU.

A qualidade de vida em Feliz
  Em 1998, o Programa das Naes Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) divulgou um relatrio sobre a qualidade de vida nos municpios brasileiros. Feliz ficou em primeiro lugar
  Feliz tem 11.319 habitantes e fica a 78 quilmetros de Porto Alegre, capital do estado do Rio Grande do Sul. Seus moradores, de origem alem, falam portugus e alemo.
  Em 1996 e 1997, a mortalidade infantil foi zero. O nmero de crianas que deixaram de freqentar a escola tambm foi zero. As pessoas em Feliz vivem mais de 70 anos.
  A principal atividade econmica de Feliz  o cultivo de hortas e pomares. O municpio  o principal produtor de morango e de amora-preta do estado do Rio Grande do Sul.

Por que o nome Feliz?
  Alguns dizem que o nome Feliz surgiu no sculo XIX, em comemorao a uma descoberta. Um grupo de pessoas que trabalhava na abertura de uma estrada entre Vacaria e So Leopoldo havia se perdido. H dias na mata, o grupo finalmente encontrou uma trilha, que recebeu o nome de Feliz.
  Para outros, a origem do nome  diferente. Um grupo de imigrantes alemes havia passado vrios dias boiando sobre toras no rio Ca, para fugir dos bugres. Bugre era o nome dado pelos imigrantes aos indgenas que habitavam a regio. Quando os membros do grupo finalmente se viram a salvo, cruzaram o rio e, chegando  margem, um deles teria dito: "Aqui seremos felizes".
  H ainda outra verso. Por ocasio da Guerra dos Farrapos, alguns homens haviam ido at Vacaria  procura de gado, mas se perderam na volta. Eles encontraram abrigo e comida na picada aberta por imigrantes alemes e 
<p>
resolveram homenagear o lugar com o nome de Feliz.

<R+>
Adaptado de O Estado de S. Paulo, setembro de 1998.
<R->

               xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxo
<31>
<p>
<R+>
Captulo 2  Explorando 
  caminhos
<R->

  Voc aprendeu que o espao urbano e o espao rural formam o municpio. Comeou a trabalhar com mapas para localizar vrios elementos: capitais, fronteiras, divisas, seu estado e sua capital.
  Neste captulo voc vai aprofundar o que j sabe de orientao e contagem do tempo.
  Aprendendo a se orientar no espao, voc est dando mais um importante passo no estudo da Geografia.

               ::::::::::::::::::::::::

<32>
Relgio de sol

  O relgio de sol foi utilizado pelos povos antigos para marcar a passagem do dia. Que tal fazer uma experincia para verificar como ele funciona?
<p>
<R+>
 1. Veja como Bianca registrou os dados de sua experincia no diagrama e na tabela.

 Tamanho do Objeto: 
  7 centmetros

Horrio da  Tamanho da
 Observao  sombra
 ::::::::::  ::::::::
 9 horas ::: 6 cm
 10 horas :: 5 cm
 11 horas :: 3 cm
<R->

<F->
==================================
  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>

<33>
<R+>
 2. Agora  com voc!
 a) Copie o diagrama acima em uma folha de papel vegetal, papel-manteiga ou papel sulfite.
 b) Escolha um lugar do ptio da escola que receba a luz do Sol durante todo o dia.
 c) Leve rgua, caderno e lpis para as anotaes. A professora providenciar o restante do material.
 d) O ponto que indica 6 horas no seu diagrama deve ficar voltado para a direo em que o Sol nasce.
 e) Coloque um giz ou um basto de cola em p no centro do diagrama (no pontinho preto). Mea o objeto escolhido e anote a medida no caderno.
 f) De hora em hora, observe a sombra projetada pelo objeto. Registre no diagrama: o horrio da observao, a posio e o tamanho da sombra. Marque trs observaes.
 g) Faa, no caderno, uma tabela igual  de Bianca. Preencha-a com os dados de suas observaes.
 h) Mostre seu diagrama e sua tabela aos colegas e  professora.

<F->
==================================
  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>

 3. Troque idias com os colegas e depois responda no caderno:
 a) O que aconteceu com o tamanho da sombra durante o perodo de observao?
 b) O que aconteceu com a posio da sombra durante o perodo de observao?
 c) Qual seria a vantagem em usar o relgio de sol no lugar onde voc vive? Por qu?
 d) Qual seria a desvantagem? Por qu?

<F->
==================================
  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

<34>
A contagem do tempo

  Voc j sabe que as paisagens se transformam com o tempo. Algumas mudanas na paisagem levam centenas de anos para aparecer.  o caso de uma rocha que o vento desgasta. No entanto, outras modificaes so visveis de um dia para o outro.  o caso da derrubada de rvores com uma serra eltrica. Voc vai ver agora que localizar no tempo as transformaes da paisagem  tarefa da Geografia.

<R+>
 1. Imagine que voc est em um parque e no h relgio. Troque idias com seus colegas.
  Como voc faria para saber as horas?
  Algum elemento da natureza poderia indicar-lhe a passagem do tempo?
 
 2. Voc j sabe ver as horas em um relgio? Ele  um instrumento usado para medir intervalos de tempo. Atualmente h relgios que marcam os segundos, os minutos e as horas de cada dia que passa. Mas nem sempre foi assim. At a inveno dos relgios modernos, como os digitais, as pessoas utilizavam diferentes meios para medir o tempo.
<R->

  Leia os textos.

  A descoberta e o aperfeioamento de instrumentos para medir o tempo acompanham a histria da humanidade.
  O ser humano percebeu que as sombras projetadas pelas pessoas e pelos objetos mudavam de tamanho e de posio no decorrer do dia. Inventou, ento, o relgio de sol, que permite marcar os diferentes momentos do dia de acordo com a sombra projetada. O relgio de sol foi inventado por volta de 3500 a.C.

<35>
  Clepsidra era o nome dado ao relgio de gua, formado por um recipiente com um pequeno furo por onde a gua escorria de forma constante. O relgio de gua foi usado pelos egpcios, gregos e romanos.

  Na ampulheta a areia escorre regularmente de uma parte para a outra. Ela precisa ser virada para comear tudo de novo.

  O relgio de pndulo, inventado no sculo XVI, funciona graas  oscilao regular do pndulo.

  Em 1929 surgiram os relgios de quartzo. 
  Com isso, a medio do tempo passou a ser mais precisa.

  O relgio atmico foi inventado em 1955 e continua a ser aperfeioado at hoje. Ele  o	instrumento de medio do tempo mais preciso que existe.

<36>
<R+>
 3. Troque idias com os colegas e a professora:
  Quais dos instrumentos apresentados nas pginas 58, 59 e 60 voc j conhecia?
  Voc acha importante saber as horas?
<p>
  No seu dia-a-dia voc utiliza relgio?
  Como so seus horrios de todo o dia?
  Quais so os horrios da sua casa?
  Se voc pudesse, qual dos seus horrios mudaria? Por qu?
<R->

Fique sabendo...
 
  "Tudo tem seu tempo". Alguma pessoa j disse isso a voc? Pois , ela estava falando a verdade. Precisamos lembrar dessa frase sempre que surgir a vontade de jogar lixo no cho. Sabe por qu? Porque a natureza tambm tem seu tempo para decompor todo o lixo que jogamos fora.
  O destino do lixo  um dos mais graves problemas ambientais do nosso planeta. O lixo contamina o solo, o ar e as guas. A reciclagem  uma excelente alternativa para amenizar o problema. No 
<p>
Brasil, entretanto, ainda  desenvolvida em pequena escala.   
  Veja abaixo o tempo estimado de decomposio dos materiais que so despejados em rios, lagoas e oceanos:

<R+>
  Papel e papelo: de 3 a 6 meses
  Tecidos de fibras naturais, como algodo: de 6 meses a 1 ano
  Plsticos: alguns levam at 500 anos; outros no se desmancham
  Madeira pintada: cerca de 13 anos
  Chiclete: 5 anos
  Borracha: tempo indeterminado
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

<37>
Calendrios

  Calendrios so meios utilizados para marcar a passagem do tempo.
<p>
 1. Leia os textos.

  A diviso do tempo em dias, meses e anos  uma inveno do ser humano. Por isso, varia de acordo com cada sociedade. As primeiras marcaes foram feitas com base na observao da Lua e do Sol.
  Contar a passagem do tempo era especialmente importante para os povos agrcolas, que precisavam saber as pocas certas de plantio e colheita.
  Os calendrios lunares, isto , aqueles que acompanham as fases da Lua, eram usados por babilnios, gregos e egpcios. Ainda hoje so usados por alguns povos.
  O calendrio dos maias e dos astecas era dividido em dois ciclos: um de 365 dias e outro religioso, de 260 dias.
  Ao longo dos sculos, os calendrios sofreram vrias reformas. O calendrio que usamos  o gregoriano. Ele foi implantado em 1572 pelo Papa Gregrio XIII.
<38>
  Entre os indgenas, os calendrios foram elaborados com base nas atividades agrcolas desenvolvidas nas aldeias. O calendrio mostrado abaixo foi feito pelo povo Patax, que vive em uma aldeia localizada no municpio de Carmsia, em Minas Gerais. Cada povo indgena tem seu jeito de marcar a passagem do tempo.

<R+>
 Janeiro  Ms de preparo de solo para o feijo
 Fevereiro  Ms da planta do feijo.
 Maro  Ms da capina.
 Abril  Ms da festa do aw.
 Maio  Colheita do milho.
 Junho  Ms do frio.
 Julho  Ms de curso dos professores indgenas.
 Agosto  Ms de volta s aulas.
 Setembro  Ms de preparo de solo para o milho.
 Outubro  Ms da planta do milho.
 Novembro  Ms das guas.
<p>
 Dezembro  Ms de manga, jambo e sapata.

 2. Troque idias com os colegas e a professora.
  Voc utiliza algum tipo de calendrio?
  Qual a diferena entre o calendrio Patax e o que voc usa?
  Se voc vai viajar, alm do lugar para onde vai, o que mais  importante 
saber? 
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

<39>
Criando um calendrio

  Agora, que tal a classe criar um calendrio como o dos ndios Patax? Nesse calendrio vocs iro marcar as datas comemorativas do municpio onde vivem e os feriados nacionais. Sigam as dicas abaixo e mos  obra, pessoal!
<p>
<R+>
  Formem uma roda de conversa. Contem que datas especiais so comemoradas no lugar onde vocs vivem, como: aniversrio da fundao do municpio, festas tpicas da regio (festa da uva, festa do boi, etc.), festas religiosas e outras datas comemorativas.
  Anotem no caderno em que ms cada um desses eventos ocorre.
  Depois, anotem os feriados nacionais, como: dia da Confraternizao Universal, em janeiro; Carnaval, em fevereiro ou maro; dia Mundial do Trabalho, em maio; etc.
  Vejam que os Patax dividiram o crculo em doze partes, cada uma correspondendo a um ms do ano. Cada ms foi representado por um desenho que tem relao com o que eles fazem no ms. Por exemplo: em fevereiro, ms do plantio do feijo, eles desenharam o feijoeiro.
  Faam desenhos ou colagens para representar os meses do calendrio da classe.
  Depois de pronto, coloquem o calendrio no mural da classe.
  Assim, todos podem consult-lo.
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

<40>
Em busca do Sol nascente

  Voc viu que o relgio de sol permite marcar os diferentes momentos do dia. Agora voc vai realizar uma experincia para descobrir por que a observao da posio do Sol no cu pode ajudar tambm voc a se orientar no espao.

<R+>
 1. Leia estas observaes de 
  Emlia.
 _`[{desenho mostrando alguns prdios, o sol e uma menina de costas. Ao lado do desenho esto escritas as observaes a seguir_`]
  Lado em que o Sol desapareceu por volta das 18 horas. Esse lado est  minha esquerda.
  Lado em que o Sol apareceu por volta das 6 horas. Esse lado fica  minha direita.
  Eu estou em frente  porta da minha casa. Por isso, me desenhei de costas.
  Datas das observaes:
  1 2 de maio de 2004
  2 3 de maio de 2004
  3 4 de maio de 2004

 2. Como seria a quarta observao de Emlia?
 a) Desenhe no caderno a observao do dia 5 de maio de 2004.
 b) Escreva por que voc desenhou desse jeito.
 c) Mostre sua observao aos colegas e  professora. Leia sua resposta a eles. As respostas e os desenhos so parecidos ou diferentes?
<R->

DESAFIO

  Que nome recebe o local onde o Sol aparece? E o lugar onde o Sol desaparece? Converse com algum que mora com voc para descobrir!

<41>
<R+>
 3. Observe esta ilustrao. (O motociclista est aqui, de costas para voc.)

 _`[{a figura mostra um motociclista chegando a uma rodovia, onde duas placas indicam as direes: Cidade (seta para a direita :o) e Stio Mato (seta para a esquerda :)_`]
<R->

  O motociclista tem algumas encomendas a entregar na cidade e no campo.
  O problema  que o motociclista no conhece o lugar e no sabe que direo tomar! Que tal ajud-lo a chegar a esses lugares? Registre suas respostas no caderno.
<R+>
  Sem usar os termos direita, esquerda, atrs ou frente, como voc ensinaria ao motociclista que direo tomar para chegar ao campo? Aplique o que voc j aprendeu!
  Como voc explicaria a ele como chegar  cidade?

 4. Troque idias com os colegas e a professora:
  Para orientar o motociclista nos espaos do municpio, qual foi seu *ponto de referncia*?
<R->

Fique sabendo...
 
  As rodovias recebem o nome de acordo com uma nomenclatura oficial. A sigla BR indica que a rodovia  federal (administrada por um rgo do governo do pas). J uma sigla de estado, como AC, SP, RS, etc., indica que a rodovia  estadual (administrada por um rgo do governo estadual).

               ::::::::::::::::::::::::

<42>
<p>
Direes

  Como voc viu, com o Sol podemos marcar a passagem do tempo e nos orientar no espao. H milhares de anos, o Sol, a Lua e as estrelas tm sido usados pelos povos para orientao no espao e para encontrar caminhos e direes.

<R+>
 1. Leia o texto abaixo com a professora e os colegas.
<R->

  Antigamente as pessoas se orientavam observando a natureza. Para se localizar em terra, usavam rios, montanhas ou florestas como pontos de referncia. Para encontrar o rumo nos oceanos, os antigos navegadores se orientavam pelos astros.
  Observando o cu, o ser humano notou que o Sol aparece todas as manhs aproximadamente num mesmo local e desaparece ao entardecer no lado oposto. Esses dois pontos de referncia foram chamados nascente ou leste (o local onde o Sol aparece) e poente ou oeste (o lado onde o Sol desaparece). A partir desses dois pontos, foram marcados outros dois: o norte e o sul.

<R+>
Texto elaborado para fins didticos.
<R->

<R+>
 2. Agora observe a ilustrao:
 _`[{desenho mostrando uma menina de p, com os braos abertos. Legenda a seguir_`]
  O brao direito da menina aponta para o leste (onde o Sol aparece).
  O brao esquerdo da menina aponta para o oeste (onde o Sol se pe).
   frente da menina fica o norte; atrs dela, o sul.

  Esses quatro pontos de orientao so chamados pontos ou direes cardeais. Para indicar os pontos cardeais, usamos abreviaturas:
<R->

 norte = N _ leste = L	
 sul = S	 _ oeste = O

               ::::::::::::::::::::::::

<43>
Vamos praticar?

<R+>
 1. Observe a planta abaixo:
 _`[{o desenho indica os pontos cardeais na planta de um bairro, onde aparecem, em destaque: os quarteires, a quadra de esportes (entre o S e o O), a casa de lvaro (entre o N e o O), a escola (entre o S e o L) e o parquinho (entre o N e o L)_`]

<44>
 2. Responda no caderno de acordo com a planta anterior:
 a) A quadra encontra-se em uma direo intermediria entre dois pontos cardeais. Quais so eles?
 b) Entre que direes cardeais encontra-se a casa de lvaro?
 c) E a escola?
 d) O parquinho localiza-se em uma posio intermediria entre dois pontos cardeais. Quais so eles?

 3. As direes intermedirias entre os pontos cardeais so chamadas pontos ou direes colaterais e recebem nomes especiais. Que nomes so esses?  o que voc vai descobrir!
 a) Forme um grupo com alguns colegas.
 b) Consultem diversos materiais de Geografia ou Cincias para descobrir o nome dos pontos colaterais e suas abreviaturas.
 c) No caderno faam um quadro como o que a professora vai colocar na lousa.
 d) Depois complete-o com as informaes que vocs conseguiram.
<R->

  Os pontos cardeais e colaterais so representados pela rosa-dos-ventos ou rosa-dos-rumos. Voc reparou que ela apareceu em 
todos os mapas que voc viu at agora?
  Confira!

<F->
          {n               
   {{no       {{ne        
                        
                        
                        
  {o:::::rw:::::{l        
                        
                        
                        
   {{so       {{se        
          {s               
<F+>

DESAFIO

  Que tal treinar as direes cardeais e as colaterais? 
  Observe a rosa-dos-ventos e faa, no caderno, um desenho seguindo o roteiro:
 montanhas ao norte 
 mar ao sul 
 lago a oeste 
 floresta a leste
 cidade a noroeste
 rio a nordeste
 plantao a sudeste
 pasto a sudoeste

<F->
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  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>

<45>
<R+>
 4. Que tal fazer uma rosa-dos-ventos? Siga as dicas.
 Voc vai precisar de:
  uma folha de papel transparente;
  rgua;
  lpis de cor.
 a) Desenhe um quadrado com 10 cm em cada lado na folha de papel transparente.
 b) Com a rgua, trace duas retas cortando o quadrado: uma na horizontal e outra na vertical.
 c) Escreva a abreviatura dos pontos cardeais nos lugares adequados.
 d) Sua rosa-dos-ventos est pronta. Que tal agora increment-la? Desenhe uma estrela, como a que aparece na rosa-dos-ventos da pgina 75. Se quiser, pode criar outro desenho.
 e) Pinte como desejar a sua rosa-dos-ventos.
 f) q Mostre o resultado do trabalho aos colegas e  professora. O que eles acharam? Agora, que tal colocar a rosa-dos-ventos na sua pasta de mapas? Use-a sempre que quiser!
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

<46>
No perca o rumo!

  Voc j viu uma bssola?  um instrumento de orientao muito antigo que usa os pontos cardeais como referncia.

<R+>
 1. Leia o texto com os colegas e observe a imagem.
<R->

  Os chineses descobriram que um pedao de m (minrio de ferro magntico), quando suspenso, aponta sempre na direo norte-sul. Construram, ento, um instrumento: uma caixa com uma agulha imantada que repousa livremente sobre um eixo. A agulha aponta sempre para a direo norte-sul.
  A inveno dos chineses tornou-se conhecida na Europa em torno do ano 1200. A bssola foi muito usada pelos navegadores europeus e talvez at tenha ajudado os portugueses a chegar ao Brasil!

<R+>
Texto elaborado para fins didticos.
<R->

Conte o que voc sabe...

  No dia-a-dia, as pessoas usam expresses que fazem referncia a direo, rumo, orientao. Voc sabe o que indica cada expresso abaixo?
  "Essa menina perdeu o norte!"
  "Voc parece meio desnorteado!"
  "Paulinho norteou seus estudos para a rea de que mais gosta: Matemtica."
  "Adlia veio da regio Norte do Brasil."
  No lugar onde voc vive h expresses como essas? O que elas significam?

<47>
<R+>
 2. Agora, que tal ver como funciona a bssola? Apesar de os chineses terem inventado a bssola h muito tempo, ainda hoje ela  um importante instrumento de orientao nas navegaes martimas, areas e terrestres. A professora vai construir uma bssola para a classe. Preste ateno s fases da experincia.

 Material necessrio:
  um m;
  uma agulha de costura;
  uma rolha de cortia;
  um pires com gua.
<p>
 a) Magnetizar a agulha.  necessrio passar o m sobre a agulha cerca de 50 vezes. (Passar o m pela agulha sempre no mesmo sentido.)

  Cuidado ao manipular objetos cortantes ou pontiagudos!
  Voc pode se machucar!
  Pea sempre a ajuda de um adulto!

 b) Cortar uma rodela ou fatia fina da rolha. Com muito cuidado, equilibrar a agulha magnetizada sobre a rodela de rolha e deposit-la no pires com gua. A agulha se posicionar na direo norte-sul.

<48>
 3. Agora, a classe vai comparar a direo da agulha com aquela que mostra a bssola real que a professora trouxe. Onde est o norte na bssola real? A professora vai escrever em um papel e prender na borda do pires.
<p>
 4. Pense em tudo o que voc aprendeu at agora sobre orientao e localizao. Troque idias com os colegas e a professora.
  Em que situaes voc acha que uma bssola pode ser til?
  Voc acha que somente a bssola garante que uma pessoa no se perca?
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

<49>
Orientando a conversa

  Voc construiu uma rosa-dos-ventos e viu que ela deve aparecer em todos os mapas. Conheceu as direes cardeais e as colaterais e descobriu que elas servem para a orientao e a localizao no espao. Acompanhou a construo de uma bssola e aprendeu que ela aponta sempre na direo norte-sul. Orientao e direes fazem parte de seu dia-a-dia de vrias maneiras. Quer conhecer algumas?

<R+>
 1. Leia os textos.
<R->

  "No norte do pas, mxima de 37 graus. No sul, uma frente fria faz a temperatura mnima chegar a 15 graus."
  Diariamente jornais, rdio e televiso informam a previso do tempo para os estados brasileiros. Se voc no souber se o seu estado fica no norte, no sul, no leste ou no oeste do Brasil, no poder utilizar as informaes da previso do tempo para programar suas atividades e se prevenir contra eventuais mudanas de tempo.

<R+>
_`[{foto mostrando uma rodovia onde aparece a placa: Leste km 27_`]
<R->

  A placa na foto indica a direo que se deve seguir para chegar  zona leste da cidade. Como uma pessoa que no conhece a cidade faria para se localizar se no houvesse a placa informando a direo a tomar?	
<50>
  Os viajantes costumam traar uma rota do caminho que iro percorrer na viagem. Para se orientar e saber onde esto, viajam com mapas, bssola e contam com o auxlio de outros aparelhos, como rdio e telefone celular.

<R+>
 2. Converse com os colegas e a professora:
  Onde mais no seu dia-a-dia aparecem as direes cardeais?
  Em que direo se encontra o estado onde voc vive, tomando como ponto de referncia a capital do Brasil?
  Voc acha que no futuro os meios de orientao e de localizao sero muito diferentes?

 3. Relgio de sol, bssola, telefone celular, satlite... Como voc acha que o desenvolvimento tecnolgico contribui para a melhoria da vida das pessoas e a integrao entre os lugares do mundo? Registre sua resposta no caderno.
<R->

Fique sabendo...

  Os pontos cardeais e colaterais so pontos universais de referncia. So usados por todos no mundo, desde ciclistas numa trilha at pilotos de avio e capites de navios. Atualmente, h modernos instrumentos eletrnicos de orientao e localizao, como o GPS, sigla da expresso inglesa *Global Positioning System*. Em portugus, significa Sistema Global de Posicionamento e consiste num sistema de orientao por satlite. Esse aparelho permite determinar posio, velocidade e horrio do usurio, 24 horas por dia, faa chuva ou faa sol, em qualquer lugar do mundo, com uma preciso incrvel. Se voc quiser saber mais sobre GPS, acesse o endereo ~,http:www.gpsglobal.com.br~,, na Internet.
<p>
<51>
Buscando o caminho

  Que tal agora fechar o captulo usando tudo o que voc aprendeu? P na estrada, pessoal!

<R+>
 1. Vamos voltar ao municpio de Feliz. Imagine que voc precise viajar para l. Voc recebeu o mapa abaixo e um roteiro de estradas.
 _`[{mapa do Estado do Rio Grande do Sul destacando o municpio de Feliz, as cidades prximas e as estradas que cruzam a regio_`]

<52>
  Beleza, sossego e aconchego. Essa  a combinao que voc procura? Ento, venha conhecer Feliz, no Rio Grande do Sul!
  Saindo de Porto Alegre pegue a BR-116 Norte, seguindo at So Leopoldo. Siga a oeste pela RS-240 at chegar a Porto. V pela RS-122 em direo  cidade de So Sebastio do Ca. Siga a norte at a interseo da RS-122 com a RS-452 (posto da Polcia Rodoviria), siga a leste na prpria RS-452. Alguns quilmetros depois voc estar em Feliz, o maior produtor de morangos do Rio Grande do Sul.
 a) Pegue a rosa-dos-ventos que voc construiu. Coloque-a sobre o mapa da pgina 85. Confira as direes indicadas no roteiro. Elas esto corretas?
 b) Ainda com a rosa-dos-ventos sobre o mapa, saindo de Porto Alegre, que direo voc tomou para chegar a Feliz?
 c) Quantos municpios voc ter percorrido ao final da viagem?

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  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>

 d) Por que  importante que o roteiro indique as direes corretas ao viajante?
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 2. Agora voc vai criar um roteiro de viagem. Se quiser, arrume uma cpia do guia de ruas de sua cidade ou um mapa das rodovias de seu estado. Coloque a rosa-dos-ventos que voc construiu sobre o mapa para conferir as direes. Escreva o roteiro no caderno e troque-o com um colega.
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

<53>
          Notcias do Brasil

Viajantes modernos

  Viajar faz parte da histria do ser humano.
O desejo de descobrir novas terras e tesouros, a vontade
de conhecer outras culturas e muitas vezes a f so
alguns dos motivos que levam as pessoas
a viajar de um lugar para outro.
  H vrias formas de viajar: a p, de carro, de trem,
de avio, de barco, de bicicleta, lendo um livro...
Ler tambm  viajar.  ter a oportunidade de conhecer vrias
paisagens sem sair do lugar.
  Que tal ler agora sobre a histria de pessoas que fizeram
longas viagens e embarcar nessa aventura?
Todos a bordo? Ento, vamos l!

Amyr Klink, o navegador 
  solitrio
  Um pequeno barco, os vastos oceanos... Amyr Klink sempre foi apaixonado por mapas antigos e pelas histrias dos navegadores que traaram os caminhos do mar.
  Em 1984 ele foi o primeiro navegador solitrio a atravessar o Atlntico Sul remando. Em 1986, a bordo do veleiro Rapa-Nui, ele embarcou em mais uma aventura solitria, dessa vez com destino  Antrtida. Com o veleiro polar Paratii, Klink fez uma viagem de 642 dias em 1989, indo da Antrtida ao rtico. Essas e outras aventuras esto registradas em fitas de vdeo e nos livros que escreveu. Quando no est no mar, Amyr Klink aproveita a companhia da famlia e d palestras em escolas, universidades, empresas e outras instituies.

<R+>
Texto adaptado do site oficial de Amyr Klink
 (http:www.amyrklink.com.br).
<R->

<54>
Aventura sobre duas rodas
  O ciclista Antnio Carlos de Oliveira, gacho de 37 anos que vive em Goinia,  mais um aventureiro. Ele saiu do Brasil em 28 de dezembro de 1996 e pedalou 23 mil quilmetros at Paris, na Frana, para assistir  abertura da Copa do Mundo, realizada em junho de 1998.
  Partindo da Bahia, Oliveira percorreu onze estados do Nordeste e do Norte do Brasil, depois entrou na Venezuela, cruzando a fronteira no estado de Roraima. Da Venezuela, pedalou at a Colmbia; de l, foi de avio para o Panam. Retomando as pedaladas, percorreu Costa Rica, Nicargua, Honduras, Guatemala, Mxico e Estados Unidos. Mais uma vez ele pegou um avio, dessa vez at Lisboa. Cruzou Portugal e Espanha pedalando e finalmente chegou  Frana.

<R+>
Texto adaptado de O Estado de S. Paulo, 14/6/1998.
<R->

Expedio nmade
  Ser a primeira brasileira a percorrer de carro o sul do continente latino-americano. Essa foi a meta de Brbara Arisi, uma jornalista gacha de 29 anos. Brbara e sua companheira, a cachorra Farah, partiram de So Paulo no dia 15 de dezembro de 1999. Do Chile, Brbara gentilmente nos concedeu uma entrevista por telefone. Leia o que ela nos contou:
<p>
<R+>
 Pergunta: Qual o objetivo da sua viagem?
 Brbara: Quero conhecer nossos vizinhos latino-americanos e as semelhanas e diferenas entre o modo de vida deles e o nosso.
 P: H relao entre a sua viagem e a comemorao dos 500 anos de descobrimento do Brasil?
 Brbara: Relao direta no h, mas existe um impulso comum aos aventureiros: o movimento de descobrir outros povos. Nessa viagem estou aprendendo que muitos pases sul-americanos tm um passado comum. Apesar desse ponto comum, h uma grande diversidade cultural entre os povos, e precisamos valorizar isso.
 P: Por que voc levou a Farah?
 Brbara: A Farah  uma cadela de trs anos e meio da raa pastor alemo. Ela  dcil, inteligente e, acima de tudo, uma companheira fiel. Eu a trouxe comigo para no sentir solido, para ter com quem me preocupar alm de mim mesma e para no me distrair muito com meus pensamentos enquanto dirijo.  preciso estar atenta ao volante para evitar acidentes.
 P: Qual a sua mensagem para as crianas brasileiras? 
 Brbara: Viajar  importante, pois  uma das formas de aprender a lidar com as pessoas, de entender as diferenas entre as culturas e respeit-las.  tambm uma forma de superar os preconceitos e aprender que o mundo  muito diferente do que a gente imagina...
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               oooooooooooo

<161>
<p>
Glossrio

<R+>
-- A
 AGRICULTURA (pg. 162) -- Atividade econmica relacionada ao conjunto de trabalhos envolvidos no cultivo de vegetais (arar, semear, colher, etc).
  A agricultura de subsistncia  praticada em pequenas propriedades; sua produo  quase totalmente consumida pela prpria famlia do agricultor.
 AGROPECURIA (pg. 186) -- Conjunto de trabalhos envolvidos no cultivo de vegetais (agricultura) e na criao de animais (pecuria). As atividades e os produtos relativos a ela so chamados agropecurios.
  As atividades da agropecuria fornecem os alimentos bsicos  nossa sobrevivncia (arroz, feijo, ovos, leite, carne, etc.) e tambm matria-prima para a fabricao de produtos (algodo, leite, soja, etc.).
 ATIVIDADE ECONMICA (pg. 47) -- Toda atividade que gera renda, riqueza.
  Agropecuria, indstria, comrcio e extrativismo so atividades econmicas.
  As atividades econmicas desenvolvidas no municpio asseguram a implantao de servios pblicos, como a coleta de lixo.

-- B
 BACIA AMAZNICA (pg. 177) -- Conjunto das terras banhadas pelo rio Amazonas e seus afluentes.
  A bacia Amaznica possui um grande nmero de rios navegveis, como o rio Amazonas.
Os rios Xingu, Tapajs, Madeira e Negro esto localizados na bacia Amaznica.

<162>
-- C
 CAATINGA (pg. 177) -- Vegetao tpica do serto nordestino, adaptada s condies de seca.
  Na caatinga os arbustos possuem poucas folhas e caules retorcidos; alguns cactos, como o mandacaru, so tpicos da caatinga.
 CABOCLO (pg. 177) -- Nome que recebe o mestio de branco com ndio.
  No norte do Brasil, a maior parte da populao no-ndia  formada por caboclos.
 CAPITAL (pg. 29) -- Cidade principal de um estado ou pas na qual fica a sede do governo. Na capital federal fica a sede do governo de um pas.
  Braslia  a capital federal do Brasil.
<163>
 CERRADO (pg. 185) -- Vegetao caracterizada por arbustos de caule e galhos retorcidos e plantas rasteiras.  comum nos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Gois, Tocantins, Maranho, Minas Gerais e So Paulo.
  O ip, a catuaba e a aroeira so plantas tpicas do cerrado.
  O tamandu-bandeira e o veado-campeiro so exemplos de animais encontrados no cerrado.
 CLIMA (pg. 121) -- Conjunto das condies do tempo (temperatura, presso atmosfrica, umidade, ventos, correntes martimas, chuvas) que caracterizam uma regio do planeta.
  Na regio Nordeste, predomina o clima semi-rido, caracterizado por temperaturas elevadas e escassez de chuvas.
 COIVARA (pg. 178) -- Tcnica agrcola que consiste em cortar e queimar a vegetao nativa, deixando os restos (cinzas, troncos e galhos) no local.
  Ao longo do tempo, a prtica constante da coivara num mesmo local empobrece o solo.
 COLONO (pg. 178) -- Pioneiro, do prprio pas ou estrangeiro, que ocupa uma rea com a inteno de nela se fixar.
  Os colonos alemes que se fixaram no Rio Grande do Sul a partir de 1824 dedicaram-se  agricultura e contriburam para o povoamento do estado.

-- D
 DEFENSIVO AGRCOLA (pg. 166) -- Produto qumico destinado ao combate e controle de pragas na agricultura.  tambm chamado *agrotxico*.
  Os defensivos agrcolas so produtos txicos. Para empreg-los,  necessrio que a pessoa utilize equipamentos e trajes adequados, como mscara, culos, luvas e botas.
Antes de consumidos, frutos e hortalias devem ser bem lavados para retirar os defensivos agrcolas.
<164>
 DEPUTADO (pg. 137) -- Representante eleito pelo povo para discutir e votar leis.
  Os deputados estaduais tm como funo discutir e votar as leis e questes de um estado. Os deputados federais tm como funo discutir e votar as leis e questes relativas ao Brasil (a federao).
 DIVISA (pg. 41) -- Linha real ou imaginria que separa dois terrenos ou territrios vizinhos; limite.
  A divisa do estado do Paran com o Mato Grosso do Sul  o rio Paran. 
  O estado do Piau faz divisa com os estados do Maranho, do Cear, de Pernambuco, da Bahia e do Tocantins.

-- E
 EXPORTAO (pg. 244) -- Atividade econmica caracterizada pela venda de produtos nacionais para o exterior.
  Farelo de soja, acar, caf e suco de laranja so alguns dos produtos brasileiros destinados  exportao.
 EXTRATIVISMO (pg. 162) -- Atividade econmica baseada na extrao ou coleta de produtos naturais no cultivados, como a castanha, o ltex e a madeira.
  O extrativismo  a principal atividade econmica das populaes ribeirinhas que vivem na Amaznia.

-- F
 FAUNA (pg. 158) -- Conjunto de espcies animais que vivem em certo ambiente ou regio.
  O lobo-guar  um animal tpico da fauna brasileira.
<165>
 FLORESTA AMAZNICA (pg. 176) -- Vegetao tpica dos estados do Acre, Amap, Amazonas, Par, Roraima, Rondnia e Tocantins, e de parte dos estados do Maranho e de Mato Grosso.  caracterizada por grande diversidade de plantas adaptadas ao calor intenso e  alta umidade.
  A floresta Amaznica abriga uma grande variedade de macacos, como o macaco-aranha, o macaco-de-cheiro e o sagi. 
  O cacau, a castanha-do-par e o babau so matrias-primas obtidas da floresta Amaznica.
 FONTE DE RENDA (pg. 128) -- Origem do dinheiro que  recebido de forma peridica por pessoa ou entidade. Aluguel, salrio, aposentadoria, penso so fontes de renda.
  Para muitos brasileiros que vivem em grandes cidades, a principal fonte de renda  a venda de objetos, roupas e alimentos nas ruas e caladas.
 FRONTEIRA (pg. 41) -- Limite entre um pas e outro.
  Uruguai, Argentina, Bolvia e Peru so alguns pases que fazem fronteira com o Brasil.

-- G
 GOVERNADOR (pg. 137) -- Representante eleito pelo povo para administrar um estado.
  Os governadores dos estados e do Distrito Federal so eleitos para um mandato de quatro anos.

<166>
-- H
 HORTIFRUTIGRANJEIROS (pg. 166) -- Hortalias (verduras, legumes), frutas, aves e ovos que so produzidos geralmente em pequenas propriedades.
  Os hortifrutigranjeiros so produzidos em reas prximas dos centros urbanos.
 
-- I
 IMPORTAO (pg. 244) -- Atividade econmica caracterizada pela compra de produtos estrangeiros para abastecer o mercado nacional.
  Os combustveis derivados do petrleo, como gasolina e leo diesel, so produtos de importao adquiridos pelo Brasil.
 INDSTRIA DE TRANSFORMAO (pg. 234) -- Atividade econmica que envolve as etapas de transformao da matria-prima em produtos industriais.
  Na indstria, o algodo  transformado em tecido, e o tecido, transformado em outros produtos: lenis, vestidos, camisas, etc.
 INSEMINAO ARTIFICIAL (pg. 166) -- Processo pelo qual a fmea de um animal ou a mulher  fecundada artificialmente.
  Por meio da inseminao artificial, as fmeas dos animais de criao (vacas, ovelhas, etc,) podem gerar filhotes mais resistentes s doenas.

 -- M
 MANDATO (pg. 135) -- Poder concedido pelo povo a um cidado, por meio de voto, para que governe a nao, estado ou municpio, ou o represente como vereador, deputado ou senador.
   tambm o perodo de durao do exerccio desse poder.
  O prefeito exerce o mandato para administrar o municpio. Seu mandato dura quatro anos.
<167>
 MATRIA-PRIMA (pg. 162) -- Elemento essencial  obteno de um produto.
  O petrleo  a matria-prima para a produo de gasolina; a cana-de-acar  a matria-prima da indstria de acar.
  Leite, farinha, ovos, manteiga e fermento so matrias-primas para a fabricao de pes.
 MEIO DE COMUNICAO (pg. 130) -- Veculo, via, canal ou tcnica que permite a transmisso de informaes escritas, faladas, por cdigos ou por imagens.
  Rdio, telefone, televiso e Internet so meios de comunicao.
 METRPOLE (pg. 149) -- Cidade principal de um pas ou de um estado. No sistema colonial, metrpole era o pas que controlava um outro territrio, chamado colnia.
  Salvador, Belo Horizonte e Porto Alegre so metrpoles; So Paulo e Rio de Janeiro so consideradas metrpoles nacionais porque desenvolvem atividades econmicas e culturais de importncia mundial.

-- O            
 ORDENHA MECANIZADA (pg. 166) -- Tcnica que utiliza mquinas para a retirada do leite das fmeas de animais de criao, principalmente de vacas.
  A ordenha mecanizada garante condies mais higinicas na obteno do
leite.      

-- P
 PAMPA (pg. 179) -- Extensa regio, mais ou menos plana, comum no Rio Grande do Sul, Uruguai e Argentina, caracterizada por uma vegetao rasteira.
  Os pampas so usados para a criao de gado.
<168>
 PANTANAL (pg. 176) -- Grande poro de terreno plano inundado na poca das cheias, localizada nos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Abriga animais, como o jacar-de-papo-amarelo e a lontra, inmeras espcies de aves e peixes.
  Em 2000, o pantanal foi declarado pela ONU patrimnio da humanidade.
 PECURIA (pg. 162) -- Atividade econmica voltada para a criao de animais.
  A criao de bovinos (bois e vacas), ovinos (ovelhas e carneiros), caprinos (cabras e bodes), sunos (porcos), eqinos (cavalos e guas), asininos (asnos ou jumentos) e muares (mulos e mulas) so atividades da pecuria.
 PERIFERIA (pg. 122) -- Regio mais afastada do centro de uma cidade.
  Na periferia, os servios pblicos so precrios: h falta de escolas, hospitais e saneamento bsico.
 PONTO DE REFERNCIA (pg. 71) -- Qualquer ponto, lugar, construo ou elemento da paisagem que pode ajudar na localizao.
  Tomando a esttua como ponto de referncia, a farmcia fica a sua direita.
<169>
 PREFEITO (pg. 42) -- Representante eleito pelo povo para administrar um municpio.
  Cabe ao prefeito administrar os servios pblicos de um municpio.

-- R
 RECURSOS NATURAIS (pg. 46) -- Conjunto de riquezas materiais que existem em estado natural, como rios e lagos, florestas, reservas minerais, etc.
  Os recursos naturais renovveis so aqueles que, com uma explorao controlada, podem ser reconstitudos pela natureza. J os recursos no-renovveis podem se esgotar se explorados de forma predatria.
 RELEVO (pg. 46) -- Conjunto das diferentes formas que compem a superfcie terrestre.
  Vales e serras so formas de relevo. Vento, chuva, terremotos e mar so alguns dos agentes que criam ou modelam o relevo terrestre.

-- S
 SENADOR (pg. 137) -- Representante eleito pelo povo para discutir as leis e questes relativas ao pas.
  O Senado rene senadores de todos os estados e do Distrito Federal.
 SERTO (pg. 178) -- Regio do Nordeste brasileiro caracterizada pela presena da caatinga e pelas condies climticas que originam longos perodos de seca.  tambm qualquer regio afastada do litoral.
  O sertanejo  um habitante tpico do serto.
 SOLO (pg. 171) -- Camada superficial da Terra em que se podem plantar alimentos.
  Os solos frteis so ricos em nutrientes e restos de animais e vegetais em decomposio.

-- T            
 TECNOLOGIA (pg. 166) -- Conjunto de conhecimentos cientficos que se aplicam a determinadas atividades prticas.
  Com os avanos da tecnologia, muitas atividades agropecurias passaram a ser executadas por mquinas.

<170>
-- V            
 VALE (pg. 46) -- Forma de relevo caracterizada por uma extenso de terreno localizada entre morros ou serras e que pode ou no ser atravessada por um rio ou riacho.
  O rio Paraba do Sul, no estado de So Paulo, forma um vale entre as serras do Mar e da Mantiqueira, conhecido como Vale do Paraba.
 VEGETAO (pg. 12) -- Conjunto de espcies vegetais encontradas em uma certa regio.
  Cerrado, caatinga e floresta Amaznica so vegetaes tpicas do Brasil.
 VEGETAO NATURAL (pg. 121) -- Conjunto de espcies vegetais tpicas de uma regio.
  O pau-brasil fazia parte da vegetao natural brasileira. Depois de ter sido extrado de forma predatria, hoje est quase extinto.
 VEREADOR (pg. 135) -- Representante eleito pelo povo para discutir e votar as leis e as questes relativas ao municpio.
  Os servios e os impostos de um municpio so discutidos pelos vereadores.
 VOTAR (pg. 137) -- Manifestar a opinio, geralmente por escrito, em favor de algum ou de alguma coisa. Voto direto  a escolha feita pelo eleitor diretamente nas urnas. O voto  facultativo quando o eleitor no  obrigado a manifestar-se.
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  No Brasil, idosos, deficientes fsicos e analfabetos no so obrigados a votar.

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Fim da Primeira Parte